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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

“Descobrimento” do Brasil

Hoje, na nossa seção “a história de outra maneira”, algo interessante: o “descobrimento” do Brasil.

Como devem saber, no nosso ensino fundamental, e talvez até muitas vezes no médio, o descobrimento desse grande pedaço de terra (hoje em dia, fétida) é enfatizado como um grande marco na história do país: os portugueses vieram para trazer (até mesmo como um “fardo”, uma obrigação) a civilização aos “selvagens” do novo mundo. Eles, de alguma forma, deveriam vir aos novos continentes para ensinar os bons modos e a civilização européia.

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Mas o que realmente aconteceu foi bem diferente dessa versão distorcida da verdade. Os portugueses, ao virem para este país de civilizações indígenas pacíficas e que viviam uma vida natural e sem apegações aos bens materiais, apenas retiraram as riquezas naturais que a natureza levou milhões de anos para esculpir. Uma das árvores mais valiosas da época, o pau-brasil, que hoje é muito raro de se encontrar, está nessa situação por causa da ação dos portugueses. Não que os bens naturais valiosos sejam o que mais importa, mas a extração dessas riquezas prejudicou muito o futuro do nosso país.

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Veja países e regiões que tiveram como base a colônia de povoamento: o norte dos EUA é o melhor exemplo sobre isso. Alguns grupos de ingleses, insatisfeitos com a monarquia, resolveram colonizar outro território.

Não é uma ofensa aos portugueses. Meu avô é um português, eu adoro o país e sempre terei um afeto com o povo de lá. Só estou falando a verdade sobre o que ocorreu no descobrimento do nosso país. Portugal realmente apenas pensou em trazer riquezas para o seu próprio território, sem se importar com o povo que eles eminentemente destruiriam.

Continuem lendo para nova atualizações no nosso blog.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Jesus e a Bíblia

A história de Jesus na bíblia sempre me inspirou curiosidade, principalmente porque a maioria dos católicos acreditam fielmente na bíblia e só nesta, dizendo que a história é uma mentira e que só podemos acreditar na bíblia, como se não tivesse sido escrita por humanos. Alguns evangelhos foram escritos cem ou duzentos anos depois da morte de Jesus, sendo tão confiáveis quanto os livros de história. Estudos recentes comprovam que Jesus não nasceu numa manjedoura, mas em uma caverna o porão de uma casa, muito comum naquela região. Seu pai adotivo, José, também não era carpinteiro, muito provavelmente, mas sim escultor, profissão muito comum na época.

Como Maria ficou grávida antes do casamento, ela foi muito discriminada por seu povo, sendo chamada de prostituta e outras ofensas. Agora abram suas mentes um pouco. Existem duas possibilidades para o que possa ter acontecido: a primeira é que Maria realmente recebeu um anjo em sua casa e que ficou grávida do filho de Deus ou ela, das duas uma, teve um sonho com um anjo por viver e respirar religião todo o dia, sendo apenas fruto de sua cabeça, ou, para não ser ainda mais marginalizada, criou uma história de que foi escolhida para carregar o filho de Deus, se aproveitando da credulência das pessoas nessa sentido na época. Assim sendo, ela pode ter criado o menino desde pequeno dizendo que ele era o messias, fazendo-o acreditar em tal história. Com isso, o menino ganhou um grande dom de falar e influenciar as pessoas. Não estou dizendo que com certeza foi isso, aceito que qualquer alternativa pode ser, em algum termo, válida. Mas o que eu quero que entendam é que, é possível sim ser uma grande mentira toda a história de Jesus, assim como pode ser verdade.

Apenas quero que entendam e abram a mente, pois não estou dizendo que é tudo mentira e ilusão, mas é muito possível que seja sim mentira ou simples confusão. Outra coisa que me incomoda é a ideia dos santos da igreja católica. Os santos foram apenas e simplesmente (isso foi comprovado historicamente) uma invenção do Império Romano para o cristianismo ter uma semelhança com o politeísmo da antiga religião romana, assim para agradar seu povo e sua burguesia. O Império Romano só se converteu ao crstianismo pois a ideia do pós-morte era de paz e salvação para alguns.

Bom, era isso que tinha para falar. Espero não ter ofendido ninguém e postem comentários sobre o tema.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A ditadura no Brasil

A ditadura militar é sempre divulgada como um período de censura e total autoridade e negligência das autoriades em relação à população e a qualquer meio de repressão. Mas isso não é mais do que um tipo de tentativa – comunista – de tentar nos alienar sobre a verdade: Os dois lados foram violentos e abusivos: Os militares abusaram sim do poder, mas a maneira melhor de assumir o poder não é sequestrando embaixadores de países, nem metralhando pessoas em bancos para financiar a revolução comunista.

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Com o álibi da “republicação” do país, os movimentos estudantis se destacaram como forma de revolta. E eles não pegavam “leve”. Em 1969, o embaixador americano Charles Burke Elbrick foi seqüestrado por vários estudantes armados, que visavam a “libertação” do país. Mas o que poucos sabem é que os envolvidos no seqüestro do embaixador são os líderes do nosso país. Quem estava nas lideranças do sequestro naquele grupo da UNE? Sim, a nossa atual presidente – não, senhora presidente, presidenta não existe – Dilma Rousseff. Outro envolvido conhecido foi o candidato a prefeito de 2008 e candidato a governador de 2010, o deputado Fernando Gabeira.

Gabeira, entretanto, se arrepende de ter participado do sequestro. Em suas próprias palavras: "Aquela ação e todo o processo de luta armada minou a possibilidade de uma resistência pacífica", que era o real objetivo do deputado, ao contrário da nossa presidente, que nunca sequer pretendeu uma resistência pacífica. As próprias companheiras presas da presidente disseram que elas tinham muito em comum, mas a forma de resistir à ditadura era diferente: a presidente sempre defendeu a luta armada, e as suas companheiras, a resistência pacífica.

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Todos sabem que esse movimento foi falho. Isso nos leva a questionar sobre a eficiência da luta armada como meio de revolta. Eu, pessoalmente, acho que a luta armada é, e sempre será, a pior maneira de conquistar um povo ou mesmo resistir a algum governo.

O fato é que, mesmo que a ditadura tenha torturado os que são contra esta, esta trouxe as melhorias para o país que todos queriam: durante aquele período, não havia tantos roubos, os homicídios eram bem baixos e a polícia era eficiente. Realmente.

O meu ponto é que a ditadura pode não ter sido um bom período para alguns. Eu também não defendo que se governe um país de forma autoritária e sem eleições diretas, mas também sou totalmente contra a luta armada para a revolução ou resistência. O ideal seria uma sociedade em que as pessoas, se quisessem resistir ao governo no poder, poderiam se reunir de forma pacífica e protestar, e se houvesse adesão suficientemente grande da população, estes poderiam derrubar o poder por meio de um abaixo assinado. Infelizmente, há empecilhos que nos fazem não podermos continuar com essa ideia.

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